terça-feira, maio 31, 2005

 
Na parede ...
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Estive a ver anúncios na televisão e a pensar como teriam sido feitos. Imagino pessoas sentadas a fingir ler um livro enquanto são filmadas repetidas vezes, nas quais o realizador pede trezentas mil expressões diferentes. Imagino pessoas a forçar uns sorrisos enquanto bebem um iogurte bom para controlar o colesterol. Pergunto-me se estão realmente a beber iogurte? Será que estão a gostar? Será gostoso? Como devem repetir várias vezes as mesmas cenas, será que apanham uma congestão de iogurte? Bem, perguntas para mais tarde responder.
Vi um outro anuncio ainda, no qual uns indígenas bebem um sumo com polpa de fruta exótica. Fico curioso em saber ao que sabe a fruta de que o sumo é feito. Custa-me acreditar que os índios apreciem o sumo quando dispõem da autêntica fruta para comer. Também não acredito que sejam índios verdadeiros, devem ser actores contratados. Fica a duvida!


domingo, maio 29, 2005

 
Noites que acabam quando a manhã chega ...
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E noites em que não sei quando estão a acabar ...
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quinta-feira, maio 26, 2005

 
A luz no tecto do meu quarto,
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A minha viola,
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quarta-feira, maio 25, 2005

 
Nas últimas semanas foram poucas dezenas de metros que me deram saúde e vida para poder escrever hoje aqui. Presenciei, por duas vezes, acidentes de viação que mais pareciam imagens de um filme projectado na tela em minha casa. A diferença, para além do factor realidade, foram os breves segundos que guardava para o carro da frente. No primeiro acidente, foi quem seguia imediatamente antes de mim, que chocou com um carro em contra mão. Ontem foi um pouco diferente. Alguém despista-se, atravessa a estrada descontrolado, destrói o muro e acaba falhando um sobreiro por alguns centímetros em pleno voo. Curioso foi, esse mesmo carro, quando atravessa da estrada chocar no carro que seguia, adivinha!? Imediatamente à minha frente! Não é demais lembrar que nas duas situações os veículos envolvidos ficaram em muito mau estado e houve feridos.
Sei e posso afirmar poucas coisas. Na primeira, foi o conduzir com parcimónia e sem pressa que me salvou de uma tragédia. O carro que chocou de frente era, não só muito maior, como muito mais seguro para o condutor que o meu alguma vez podia ser. No segundo, a coisa que sei é muito mais simples - estava à espera que isto fosse acontecer, só não sabia quando.

sábado, maio 14, 2005

 
Portalegre durante a noite, quando não anda ninguem pela rua,
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Nunca imaginei assistir a isto,
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